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Dez
4 a 1, 4 a 1 ... As goleadas do São Paulo contra o Santos!
visualizada 375 vezes por Theophilo Carnier Junior
O São Paulo ganhou ontem de 4 a 1 do Santos, que estava com time reserva. E acabou repetindo um placar histórico: os 4 a 1 do dia 15 de agosto de 1963, no Pacaembu.
Foi um jogo histórico porque, daquela vez, o Santos era campeão mundial e jogou com Pelé e Coutinho, fora outras feras.
Mas aquele era o dia do Pagão, um craque que tinha vindo do Santos para o São Paulo. O Pagão jogou muito aquele dia. Tanto que houve um lance inesquecível -- o Mauro Ramos de Oliveira, que fez o caminho inverso (foi do Morumbi para a Vila Belmiro), e era um dos maiores zagueiros do País, levou um baile. Em um dos dribles do Pagão nele, o Mauro caiu e, no chão, agarrou as pernas do Pagão. Nunca tinha visto, nem vi depois, o nobre Mauro fazer o papel de zagueiro de várzea. Tudo culpa do Pagão.
Foi um dia também do Faustino, do Sabino, do grande Roberto Dias Branco. Uma jornada inesquecível. E a goleada só não foi melhor porque o Santos fugiu de campo: depois de ter jogadores expulsos, outros simularam contusão se jogando ao chão e o jogo terminou lá pelos 15 minutos do segundo tempo, porque o time deles estava com número insuficiente de jogadores.
Foi uma das partidas mais emocionantes que vi na minha vida. Valeu por um título! Seria como se hoje o São Paulo ganhasse do Barcelona, e de goleada!
Foi um jogo histórico porque, daquela vez, o Santos era campeão mundial e jogou com Pelé e Coutinho, fora outras feras.
Mas aquele era o dia do Pagão, um craque que tinha vindo do Santos para o São Paulo. O Pagão jogou muito aquele dia. Tanto que houve um lance inesquecível -- o Mauro Ramos de Oliveira, que fez o caminho inverso (foi do Morumbi para a Vila Belmiro), e era um dos maiores zagueiros do País, levou um baile. Em um dos dribles do Pagão nele, o Mauro caiu e, no chão, agarrou as pernas do Pagão. Nunca tinha visto, nem vi depois, o nobre Mauro fazer o papel de zagueiro de várzea. Tudo culpa do Pagão.
Foi um dia também do Faustino, do Sabino, do grande Roberto Dias Branco. Uma jornada inesquecível. E a goleada só não foi melhor porque o Santos fugiu de campo: depois de ter jogadores expulsos, outros simularam contusão se jogando ao chão e o jogo terminou lá pelos 15 minutos do segundo tempo, porque o time deles estava com número insuficiente de jogadores.
Foi uma das partidas mais emocionantes que vi na minha vida. Valeu por um título! Seria como se hoje o São Paulo ganhasse do Barcelona, e de goleada!
postado por Theophilo Carnier Junior às 22:51
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