Alô, nação Tricolor.

É com grande prazer que retorno às atividades neste blog.

Depois de longo período dedicado ao meu trabalho de conclusão de curso, volto a escrever com um pouco mais de felicidade.

É claro que a situação do nosso glorioso clube das três cores não é das melhores, mas pelo menos temos algo a comemorar em meio a essa tenebrosa fase que passamos.

O Tricolor mais querido do mundo entrou em campo no último sábado e saiu vitorioso.

Foi o fim do jejum de quatro jogos sem vencer em casa e, mais do que isso, o fim da seca de Luis "Fabuloso" Fabiano. É, na verdade, como se fosse a verdadeira estreia do craque.

O atacante da camisa 9 balançou a rede por duas vezes e deu ao nosso Tricolor o prazer de comemorar uma vitória novamente. Ufa. Já estava na hora.

Vou aproveitar para dar minhas sinceras opiniões a respeito do nosso novo treinador. Sei que talvez eu esteja sendo um pouco "passado" já que vocês devem ter lido e comentado tudo sobre a contrataçao de Leão, mas, como fiquei ausente, sinto-me na obrigação de pelo menos deixar o meu ponto de vista.

Percebi que Leão não é, e está longe de ser, unanimidade no clube. Grande parte da torcida não o quer como comandante da equipe.

Já eu gostei e muito da contratação. Explico:

1º Porque se já demos chances a Oswaldo de Oliveira, Ricardo Gomes, Mário Sérgio, Baresi, Carpegiani, Adilson Batista, dentre outros, porque não dar uma chance a um cara que, em sua última passagem, deixou o título da Libertadores praticamente garantido?

2º Porque o São Paulo estava precisando de um cara linha dura. As últimas opções de treinadores bonzinhos não deram certo. Tinha jogador achando que mandava mais do que o professor. Parecia uma várzea.

E 3º porque o futebol está carente de treinadores que botam o jogador para trabalhar de verdade. Leão, como Telê Santana, está fazendo alguns folgados treinar como verdadeiros jogadores de futebol. O fundamento, que anda esquecido no esporte, foi resgatado por Leão, e isso é muito bom.

Não sei se isso terá um resultado positivo tão rápido. A situação do São Paulo não é nada fácil. A classificação à Libertadores, por exemplo, está muito ameaçada. mas já vejo a equipe atuando com outra postura.

sem contar que ele andou fazendo mudanças interessantes. Uma delas é a troca de Juan por Cícero. claro que é um improviso, mas o fato é que Juan não tem condições de atuar com o manto sagrado. É muito fraco tecnicamente.

Na última rodada deu tudo certo para o nosso tricolor. Quem tinha que perder, perdeu, inclusive o Inter. Agora é seguir vencendo e torcendo.

Tenho muita fé na classificação para a competição continental do ano que vem.

Força, Tricolor.

 

Aproveite e veja o Tailer do documentário "Goleiros - Onde não Nasce Grama, Surgem Ídolos"

http://www.youtube.com/watch?v=SPVIIM3Pr-I

 

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postado por Fernando Richter às 03:09
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Em 26 de julho de 1931 nascia, na pequena cidade de Itabirito, Minas Gerais, uma das figuras mais importantes da história do futebol.

Perferição, dedicação e, principalmente, insistência foram características marcantes na carreira de Telê Santana, que o levaram, inclusive, ao rótulo de "Fio de Esperança". Além disso, Telê sempre foi adepto ao futebol bem jogado, bonito de assistir, sem violência, leal. E, decorrente disso, pôde se orgulhar ao receber o Troféu Belfort Duarte, uma premiação aos atletas exemplares em disciplina.

Telê começou como jogador profissional no Itabirense Futebol Clube. Mas se destacou mesmo no Fluminense, no qual marcou 165 gols em 556 jogos. Nada mal para quem jogava na "ponta" - posição extinta no futebol atual.

Depois de uma gloriosa carreira como jogador, Telê se tornou treinador, em 1967, quando assumiu a jovem equipe juvenil do Fluminense. Pela sua competência, bastaram apenas dois anos para o treinador comandar a equipe principal do clube das Laranjeiras. Começava aí uma nova etapa vitoriosa.

Em 1971, voltou a suas origens. Treinando o Atlético-MG, Telê conquistou o primeiro título brasileiro de sua carreira como treinador, aliás também o primeiro título brasileiro do Galo.

Seu ótimo trabalho como técnico o levou ao comando da seleção brasileira de 1982, considerada por muitos a terceira melhor seleção brasileira de todos os tempos - atrás apenas das seleções de 58 e 70. Alguns não concordam e até dizem, com bastante convicção, que a seleção de 82 foi a melhor.

Infelizmente eu não era nascido para vivenciar essa seleção mágica que fazia espetáculo dentro de campo, além de jogar limpo, com lealdade, pois, assim como na época de atleta, Telê não aceitava jogador maldoso e sua postura como técnico era de punição - podendo até ser expulso da equipe - para aquele que agisse indisciplinadamente.

A equipe brasileira de 82 não conseguiu conquistar a Copa da Espanha. O Brasil encontrou uma Itália muito forte, que contava com o craque Paolo Rossi inspirado. Os italianos venceram por 3 a 2.

A pior fase de sua vida foi depois da desclassificação na quartas-de-final para a França de Platini, em 1986, na Copa do México. O técnico passou a ser chamado de "pé-frio", já que por duas vezes, tendo em suas mãos a melhor equipe do mundo, não conseguiu o título para o País.

De fato, perder duas Copas do Mundo estremece a credibilidade. Mas nem sempre o melhor vence. Nem só o trabalho, competência, qualidade, habilidade e concentração constroem uma vitória. Todo jogo é preciso contar com o "fator sorte". Isso é fato.

Em 1990, o técnico assumiu o São Paulo Futebol Clube conquistando 7 grandes títulos, dentre eles, duas Libertadores e dois Mundiais de Clubes (92-93), legitimando sua carreira como treinador de futebol e provando a todos que era o melhor.

Lembro-me de uma frase de Telê a um repórter, durante uma partida do São Paulo, que marcou bastante a minha infância, tratando-se de futebol:

"Se ganhar títulos, como ganhei, é ser pé-frio, então quero ser pé-frio para sempre".

Em 1996, durante um exame de rotina, Telê sofreu uma isquemia cerebral que o afastou dos gramados e, quase dez anos depois, em 21 de abril de 2006, infelizmente, faleceu em Minas Gerais, após ficar quase um mês internado no hospital por complicações no seu estado de saúde.

Perdíamos, definitivamente, o melhor técnico de todos os tempos.

Mesmo assim, a torcida do São Paulo, até hoje, em quase todos os jogos do clube, ovaciona o nome do Mestre:

"Olê, Olê, Olê, Olê... Telê, Telê..."

Telê Santana completaria hoje 80 anos e por isso fica aqui uma homenagem ao técnico/treinador mais importante do futebol brasileiro.

Assista aqui a um vídeo feito por um torcedor do São Paulo em homenagem ao Mestre

postado por Fernando Richter às 09:25
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De repente, sai o treinador, entra o interino, que coloca Rivaldo como titular, o São Paulo joga muito melhor e, de quebra, o camisa 10 é considerado o craque da rodada.

Isso prova que nem sempre a torcida é corneteira. Muitas vezes, aquele que vai ao estádio e pede por determinado jogador tem mais razão do quer o técnico que, também em muitas vezes, decide optar pelo contrário apenas para mostrar quem manda.

Foi assim que o caso "Rivaldo vs Carpegiani" se estendeu até o último dia do treinador no comando da equipe.

É obvio que dificilmente saberemos qual o motivo real do desentendimento dos dois. O fato é que se realmente houve algo pessoal determinante para que Rivaldo não fosse escalado, Carpegiani deixou explícito que deixa a desejar no seu profissional.

Aliás, basta lembrar de sua primeira passagem pelo clube das três cores, quando Carpegiani proibiu Roger, goleiro reserva (na época), de posar nu para uma revista. Ou seja, é mais do que evidente que Carpegiani mistura o lado pessoal com o profissional. E isso atrapalha qualquer trabalho.

Jogador e técnico não precisam se amar. Não há a necessidade de serem amigos pessoais. O que tem de haver é o mínimo de respeito como profissionais do mesmo clube que paga seus salários.

Enfim, neste sábado pude ver um São Paulo diferente em campo. A entrada de Rivaldo na equipe titular deu qualidade ao toque de bola. Além disso, o camisa 10, que embora já não tenha o mesmo preparo físico de antigamente, jogou os 90 minutos em ritmo acelerado. Provou ter plenas condições de atuar nos próximos confrontos da equipe.

Ah, claro, sem contar que participou ativamente dos dois gols que deram ao vitória ao "clube bem amado".

Méritos também a Milton Cruz, que soube enxergar as necessidades do time.

postado por Fernando Richter às 09:22
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Depois de uma sequência de três derrotas consecutivas (Corinthians, Botafogo e Flamengo), Paulo César Carpegiani não é mais o treinador do São Paulo.

Ontem, após a derrota para o Flamengo, em entrevista coletiva, Carpegiani chegou a dizer que "não é técnico de abandonar o barco", porém o clube decidiu que sua fase na equipe chegou ao fim.

Aliás, essa já havia sido a posição da diretoria há quase um mês, quando a equipe do Morumbi foi desclassificada da Copa do Brasil. Mas como havia uma multa rescisórias de quase 1 milhão a ser pago, o São Paulo resolveu segurá-lo no cargo. Porém ele não se sustentou e, no final da tarde desta quinta-feira, o clube anunciou a queda do técnico.

Embora tenha cometido diversos erros enquanto treinador do Tricolor, além de pouco aproveitar o pentacampeão Rivaldo nos momentos em que mais se precisou dele - gerando, inclusive, um clima bastante ruim entre os dois -, Carpegiani não é o principal culpado pela má fase do São Paulo nesta temporada.

Além de baixa de alguns atletas importantes como o zagueiro Rhodolfo, que retornou à equeipe apenas na última partida, do volante Casemiro e do meia Lucas, ambos servindo à seleção Brasileira, o elenco é pra lá de limitado.

As laterais são fraquíssimas. Talvez seja um dos setores mais debilitados do time. O jovem Jean atua na lateral-direita improvisadamente. É esforçado e às vezes faz boas partidas, mas não consegue manter a regularidade. Já na esquerda, Juan é o pior lateral que vi vestir a camisa do São Paulo. Pelo menos até que me prove ao contrário.

O meio de campo é a única salvação. Wellington - jovem que também veio das categorias de base - tem se mostrado uma grata surpresa. Carlinhos Paraíba e Rodrigo Souto estão em alta com a torcida pelos ótimos desempenhos na marcação. Casemiro é inteligente, rápido, bom marcador e costuma surpreender no ataque. Já Lucas é um craque. É o considerado motor do time.

O ataque, no entanto, é de dar desespero. Dagoberto está se achando um Careca, um Muller, um Serginho Chulapa, um Leônidas da Silva, quando na realidade não passa de um atacante que teria de disputar vaga para ser titular em qualquer clube de meio porte. Fernandinho é veloz, mas sem objetividade. Não resolve absolutamente nada. E Marlos, além de não ser atacante nem aqui e nem em lugar algum desse mundo, é um jogador "burro", daqueles que jogam de cabeça abaixada e, por isso, só conseguem enxergar o próprio pé.   

Portanto, qualquer técnico que assumir o clube nesse momento terá uma difícil missão pela frente. E, assim, é de se entender que a culpa não foi apenas de Carpegiani, mas também da diretoria que tem priorizado assuntos extra-campo ao invés de tentar montar uma equipe competitiva. 

 

NOTÍCIA BOA

Tudo indica que o meia do Boca Juniors, da Argentina, o jovem Cañete, deve se apresentar nesta sexta-feira. O jogador já havia manifestado interesse em vestir a camisa Tricolor e os dirigentes são-paulinos foram em busca de sua contratação.

Além disso, Luis Fabiano deve voltar a trabalhar com bola em até 3 semanas. Esse será um tremendo reforço, já que o ataque atual é composto por jogadores medianos, coadjuvantes. Precisa de um nome de peso, uma referência, alguém com raça e espírito vencedor.

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postado por Fernando Richter às 23:01
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Não dá mais para fugir da realidade. E estou falando da atual realidade, do momento que o time vive, e não da realidade histórica de clube, que é muito rica.

O São Paulo está numa fase pra lá de ruim. Isso é evidente.

Não vou dizer que a equipe já mergulhou na crise, mesmo porque continua no G4 (pelo menos por enquanto), mas já estamos em "estado de alerta".

Na derrota de ontem diante do Flamengo tivemos a volta de Rhodolfo, que melhorou muito a zaga. Ele passa muito mais confiança aos companheiros de equipe. Até o Xandão, que embora tenho feito suas cagadas rotineiras, jogou melhor devido à presença de Rhodolfo em campo. Porém há muito o que ser revisto nesse elenco.

Não dá para conceber que um clube tão grandioso como o São Paulo tenha de usar paleativos, e dos mais vagabundos possíveis, para tentar remendar os buracos que só aumentam em cada setor tático.

Há anos o clube não tem um lateral direito de ofício. O Jean, que nunca foi lateral, tem feito o que pode, é esforçado, corre bastante, dá o sangue e muitas vezes até consegue boas jogadas, mas provou que não é a dele atuar naquela posição.

Ainda assim, nada se compara ao péssimo rendimento de Juan na lateral esquerda. Não vi, desde que estreou pelo São Paulo, nehuma partida convincente dele. Teve, em pouquíssimas partidas (duas, no máximo), alguns momentos razoáveis dentro de campo. Mas lembrando que o São Paulo não é a Portuguesa, o São Caetano, o Juventos - com todo respeito que tenho a esses três clubes que, por sinal, gosto bastante. Pelo contrário, o São Paulo é um clube grande, de tradição, e não pode aceitar o que anda acontecendo.

O Júnior Cesar, que foi negociado com o próprio Flamengo, é muito mais jogador que Juan. Quem acompanha o Papo de Bola com Fernando Richter  sabe o quanto defendi a permanência de Júnior Cesar. Ontem foi um tremendo "cala boca" à diretoria Tricolor, já que o lateral flamenguista deitou e rolou na partida.

No meio de campo, Rodrigo Souto, Carlinhos Paraíba e Wellington jogaram razoalvelmente bem. Fizeram boa marcação no começo do jogo, mas tiveram queda brusca de rendimento na segunda etapa.  Agora, quem novamente me irritou foi Marlos. Não consigo entender por nada nesse mundo o que faz uma equipe de grande porte manter no elenco alguém do nível do Marlos.

A quantidade de passes errados, além da quantidade de vezes em que ele segurou a bola travando uma jogada de ataque, foi enorme.

Já disse e vou repetir: No futebol, não há necessidade de você ser habilidoso. O que você precisa ser é INTELIGENTE. E isso falta muito a Marlos. Ele é um jogador que atua de cabeça baixa, que só consegue enxergar o próprio pé. Quando pega a bola, sai driblando até a própria sombra. Esquece que o futebol só é futebol se houver GOL, e para ter gol é necessário fazer o que se aprende em escolinhas: TOCAR A BOLA.

O ataque é outro desespero. Dagoberto, quando percebe que a coisa não anda bem, se esconde atrás dos zagueiros para não ter de chamar a responsa. É o típico covarde.

Infelizmente, somos escravos de um único jogador. A ausência de Lucas faz do São Paulo uma equipe comum, sem criatividade, sem poder ofensivo. E isso é triste. É dífícil acreditar que uma equipe vá brigar por títulos sabendo que se um jogador-chave não estiver presente os outros dez não podem resolver a parada.

E se não tiver o apoio dessa diretoria, que está mais preocupada em brigar com cartolas de outros clubes e das entidades que comandam o futebol do que contratar jogadores à altura do clube, continuaremos a ver o São Paulo com um time previsível e limitado.

 

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postado por Fernando Richter às 10:18
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Alô, nação Tricolor.

Para aqueles que estavam cobrando uma satisfação com relação ao Luís Fabiano, o São Paulo anunciou ontem que o craque da camisa 9 deve voltar aos trabalhos com bola em três semanas. Notícia boa, claro.

O atacante, mesmo que fora de ritmo, terá lugar garantido no time de Paulo César Carpegiani, que já disse em entrevista coletiva que o Fabuloso é um atacante com ótimas qualidades...

Outra notícia que deixou os torcedores bastante satisfeitos é que o ídolo são-paulino declarou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não deixará o clube paulista para compor a equipe do Galatasaray, da Turquia (O clube turco ofereceu R$ 8 milhões, segundo a imprensa do país).

É óbvio que, além de ser um valor completamente inferior ao que o São Paulo pagou para tê-lo no clube (R$ 17 milhões) , seria uma tremenda falta de respeito com os são-paulinos que o receberam com muita festa num Morumbi lotado (quase 50 mil presentes) para sua apresentação oficial.

O fato é que agora há uma previsão, uma data, enfim, uma luz no fim do túnel. Pelo menos o Dr. José Sanches (médico do clube) já sinalizou que o Fabuloso pode ter seu retorno à equipe em até 45 dias.

Muito bom para o São Paulo que necessita de um atacante com as características de Luis Fabiano: inteligente, rápido, trombador e "fazedor" de gols.  

A grande incógnita é o que a diretoria pretende fazer a respeito de quem será sua dupla de ataque. Será o Dagoberto, que se acha o craque do time e já disse que só fica no clube se for valorizado financeiramente? Será o veloz, mas sem objetividade, Fernandinho? Será o Marlos, o garoto que usa antolhos? Será que investirão nas categorias de base ou nos jovens Willian José e Henrique? Ou será que buscarão no mercado jogadores do nível do clube, de nome, que resolvam a parada junto de Luis Fabiano?

Resta a nós ficar na torcida por um final feliz. Porque os deuses da bola sempre sopram a nosso favor. Às vezes eles demoram um pouco, mas acabam ao lado do clube das três cores.

 

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postado por Fernando Richter às 20:38
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Só pode ser mentira ou alguma espécie de pegadinha. Melhor dizendo, deve ser uma piada.

Depois de uma conversa entre diretoria, empresário e o próprio jogador, Dagoberto disse que só renovará seu contrato com o São Paulo se for valorizado (financeiramente) pelo clube.

Dias atrás, o jogador chegou a dizer que não tinha pressa para renovar. Deixando no ar a ideia de que agora o São Paulo é que teria que aguardar a vontade dele para a negociação.

Tudo isso porque, nos últimos meses, ele melhorou um pouco seu rendimento dentro de campo. Porém, nada que fizesse dele um dos jogadores mais importantes da equipe, como andei ouvindo por aí.

Desde que chegou no clube, em 2007, Dagoberto não fez uma partida considerada extraordinária. Até fez jogos bons, mas não conseguiu manter a regularidade.

Chance ele sempre teve, não há o que reclamar. Foi, sem dúvida, uma das mais frustradas contratações do clube.

Uma fonte me assegurou que o São Paulo tem a intenção de negociar o jogador há tempos. O problema é que ninguém o quer.

O mais engraçado nessa história toda é Dagoberto discursar como se fosse um craque, um gênio. Parece até que estamos falando de Leônidas, Careca, Canhoteiro, Serginho Chulapa, Raí...

Ou será que o “Pinóquio” está querendo um salário como o de Rogério Ceni (campeão Paulista, Brasileiro, da América, do Mundo, com mais de 100 gols na carreira e que veste, de verdade, a camisa das três cores)?

Antes de pedir aumento, ele deve tomar conhecimento da história e da tradição do time que está jogando. Deve saber que o São Paulo não é qualquer timinho. Pelo contrário, é um clube com expressão mundial e que sempre foi vitrine de grandes craques.

É hora de cair na realidade, Sr. Dagoberto. Mais humildade, meu caro. Faça por merecer...

 

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postado por Fernando Richter às 11:42
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Alô, nação Tricolor.

Dia sombrio, nublado, chuvoso, enfim, dia triste.

Não estamos acostumados a ver o nosso glorioso tomar uma surra tão forte como a de ontem. Pior de tudo, contra o nosso maior rival.

Dizer que não estamos envergonhados é tentar enganar a si mesmo. Sim, estamos envergonhados e, ao mesmo tempo, com raiva.

E a raiva não é do rival, que entrou em campo e jogou bola, mas da nossa própria diretoria e comissão técnica.

Da diretoria porque há tempos vem cometendo sucessivos erros. Toda aquela fama de clube organizado, com administração impecável, invejável, morreu junto com Marcelo Portugal Gouveia. Aliás, saudades dele.

E da comissão técnica - do Carpegiani, mais precisamente falando - pela terrível teimosia e arrogância. Infelizmente, temos um treinador que tem a necessidade de mostrar a todos quem manda no time.

Pior, deixa os problemas pessoais com determinados atletas interferirem no profissional. Não consigo engolir essa perseguição com relação ao Rivaldo, que ontem, por exemplo, deveria estar em campo para tranquilizar a molecada.

Mas também não podemos negar a falta de sorte. A tragédia já estava anunciada.

Justo contra o nosso arqui-rival, o São Paulo teve 8 desfalques. Alguns jogadores na seleção, outros machucados, além dos que cumpriam suspensão automática.

O São Paulo foi a campo com uma equipe completamente diferente da que vem atuando nas partidas do Campeonato Brasileiro. É claro que isso facilitou para o adversário.

Triste mesmo para o Mito Rogério Ceni. Com toda sua história pelo clube e tudo que já nos proporcionou durante longos anos vestindo a camisa das três cores não merecia passar pelo que passou ontem.

Volto a dizer que, se há culpados por alguma coisa, essa culpa deve ser dividida entre diretoria e comissão técnica (treinador). Ainda assim, a falta de sorte tem o peso maior nessa história toda.

Resta agora não se abater. O São Paulo ainda é o líder e não pode perder a cabeça. Nada está perdido. Pelo contrário. O campeonato está apenas no começo.

A nós, torcedores, cabe o apoio ao time.

 

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postado por Fernando Richter às 10:04
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Em breve estarei preenchendo as linhas deste blog direcionado aos torcedores do São Paulo.

Fiquem ligados e ajudem a divulgar este endereço.

Saudações Tricolores...
postado por Fernando Richter às 13:34
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Olá são paulino, este é seu novo blog!

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postado por Fernando Richter às 13:32
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